Nos últimos dias tive a sensação de não ter deixado ainda Macau: a humidade é tanta, o calor é tanto, o céu cinzento tem-nos visitado regularmente, e até tivemos direito a chuva e tudo!
Hoje, tive de me levantar cedo, para ir a uma daquelas instituições públicas para pagar tudo e mais alguma coisa. A seca da vida! Até que, inesperadamente, encontro um velho amigo de há já muitos anos, do tempo da minha escola secundária que, por uma outra coincidência da vida, foi cá em Portugal. Fiquei a saber que o rapaz é realizador e está cá a fazer um documentário! Feliz coincidência que me deixou bem disposta, logo de manhã!
sexta-feira, 22 de maio de 2009
parabéns para mim!!!!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Com uns dias tão lindos, tenho-me andado a dedicar à fotografia!
domingo, 17 de maio de 2009
Não sei se é carência vinda directamente de uma semana inteira de cama, com febres delirantes em que desejei voltar para casa e ter alguém que cuidasse de mim, ou se é mesmo nostalgia de alguém que está quase na voltinha do aniversário, o que é certo é que dei comigo a pensar numa cena em particular: como é que as pessoas se tornam tão vulneráveis? Sempre fui uma pessoa decida, sempre soube o que quis, e quis várias coisas ao longo da minha vida. Sempre batalhei para as conquistar, nunca baixei braços aos desafios. Sempre encarei tudo de frente, até um dia. Um dia, encontrei uma pessoa que julguei amar e mais uma vez, lutei para ficar com a dita pessoa. Construímos uma vida juntos, tentamos o melhor que podemos, até que percebi que só eu é que tentava. Comecei a pôr em questão se valia a pena continuarmos juntos, a conclusão era sempre a mesma, mas não havia forças dentro de mim para o fazer. E lá continuava eu, a fingir, a fazer por mim e por ele, a viver 1 minuto de alegria e 30 de amargura. Saía e deixava-me a mim, sozinha com os meus fantasmas, a perguntar-me com quem estaria ele e o que estaria a fazer, jurando a mim própria que iria acabar com aquilo. Um belo dia, depois de tentar chatear-me um dia inteiro, sem qualquer tipo de sucesso, decidiu começar a agredir-me verbalmente; tendo o desprezo como resposta, resolveu ameaçar-me com o rompimento. Nessa altura, não sei o que me passou pela cabeça, em vez de agarrar numa mala e lhe pôr as coisinhas lá dentro, e dizer-lhe, adeus, não, fiz exactamente o oposto, humilhei-me e pedi-lhe que ficasse, que tentássemos recuperar o que tivemos. Falta de amor próprio resultou em abandono. Nunca mais consegui ser eu própria, para além de ter de lidar com a dor de um coração destroçado, tenho agora de lidar com a dor de não ter sido a Mulher independente que sempre fui, tenho que lidar com a traição dos meus princípios. É-me muito triste pensar que cheguei ao ponto de me anular, de amar mais uma outra pessoa, que nunca mereceu o meu amor, do que a mim própria (será que já acredito nisto?) Nesta nova etapa da minha vida, não queria pensar mais em todas estas coisas, mas penso. Ainda está tudo em carne viva.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Fui eu a feliz contemplada com uma gripe! Mal me consigo levantar da cama. Só não é é suína!